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ENERGIA SOLAR

Unidades de Produção Descentralizada de Energia

MOBILIDADE ELÉTRICA

Infraestrutura de Carregamento de Veículos Elétricos

SERVIÇOS ELÉTRICOS

Gestão de Instalações e Termo de Responsabilidade Exploração de Instalações Elétricas

Somos especialistas em sistemas e temos como missão colocar o nosso know-how ao serviço da geração de receitas para os nossos clientes

CAMPOS DE APLICABILIDADE

INDÚSTRIA EXTRATIVA

Minas, Pedreiras e outras indústrias extrativas têm a oportunidade de reduzir de forma muito significativa o custo da fatura energética

INDÚSTRIA TRANSFORMADORA

Grandes consumidoras por natureza têm as condições perfeitas para explorar o potencial económico de uma unidade fotovoltaica

HOTELARIA

Edifícios com grande consumo de energia podem assegurar uma redução de custos operacionais muito significativa, conferindo-lhes vantagens competitivas

AGRICULTURA

Sistemas de rega e bombagem, secagens de cereais ou outras instalações agrícolas, reunem ótimas condições para soluções solares

EDIFÍCIOS DE SERVIÇOS

Hospitais, clínicas, health clubs, edifícios de escritórios, comércio ou outros serviços, são casos típicos de sucesso no aproveitamento do solar fotovoltaico

EDIFÍCIOS SEM LIGAÇÃO À REDE

Em situações onde não existe ligação à rede pública, a instalação de um sistema em ilha é altamente compensatório face à construção de um ramal

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7050-095 Montemor-o-Novo

FAQ

Perguntas e Respostas mais frequentes

Sim. Qualquer pessoa, singular ou coletiva, com contrato de compra de eletricidade celebrado com um comercializador, pode ter uma unidade de produção fotovoltaica.

A unidade terá de ser instalada no mesmo local da instalação de consumo de energia elétrica.

A potência em Unidades de Auto Consumo (UPAC) está limitada à potência contratada na instalação de consumo e, no caso das Unidades de Pequena Produção (UPP) – que vendem a totalidade da produção à rede -, também a um máximo de 250 kW.

A PowerYield existe para responder a essa vontade e simplificar todo o processo. Contacte-nos e trataremos de pôr em marcha o seu projeto.

Sim. No caso das Unidades de Auto Consumo (UPAC), a energia excedentária pode ser vendida a Comercializador de Último Recurso (CUR), com quem o produtor pode celebrar contrato de venda da eletricidade produzida e não consumida. O contrato pode ter um prazo máximo de 10 anos, renovável por períodos de 5 anos.

No caso das Unidades de Pequena Produção (UPP) toda a energia produzida é vendida e o contrato vigora durante 15 anos, a remuneração constante e bonificada. No final deste período o produtor ingressa no regime remuneratório geral.

Não existe quota anual de potência para Unidades de Produção de Auto Consumo (UPAC), pelo que a questão não se aplica.

No caso das Unidades de Pequena Produção (UPP), há uma quota de potência a ser preenchida, de acordo com parecer emitido pela DGEG em cada ano civil.

Não. Há uma obrigação legal de ser executada por entidade instaladora acreditada para o efeito – como a PowerYield.

Pode. No entanto um sistema autónomo deve ser instalado apenas quando é impossível fazer a ligação à rede, uma vez que os custos de um sistema autónomo são muito mais altos do que os de um sistema ligado à rede.

Somente em casos muito raros a viatura elétrica não é uma boa opção. Em termos de investimento inicial um automóvel convencional ainda é mais barato mas os valores vão ficando cada vez mais atrativos.

No custos de utilização, o carro elétrico também ganha: um elétrico consome cerca de €2 por cada 100 quilómetros percorridos; as variantes a diesel e a gasolina consomem no mínimo, respetivamente, €7 e €10.

As despesas de manutenção dos veículos elétricos são também mais reduzidas, e deixam de ser necessárias algumas das revisões periódicas usuais num veículo com motor convencional.

O Estado Português incentiva a compra de veículos elétricos:

  • Incentivo direto à compra
    • €3.000 para abater ao preço do veículo, para veículos até €60.000.
  • Isenção de Imposto sobre Veículos
  • Isenção do Imposto Único de Circulação
  • Estacionamento gratuito ou a custo muito reduzido em alguns municípios

Por outro lado, mas não menos importante, em termos ambientais um carro elétrico não emite CO2 enquanto trabalha, ao contrário dos carros com motores convencionais. Ainda que parte da eletricidade usada seja produzida a partir de uma fonte fóssil, o carro elétrico ganha largamente no desempenho ambiental.

Os modelos mais recentes já apresentam níveis de autonomia superiores a 400 quilómetros, contando com uma condução que permita tirar o máximo partido do sistema de regeneração nas travagens.

No caso dos híbridos, a autonomia elétrica é bastante mais reduzida, porque as baterias são mais pequenas. Os modelos plug-in podem rondar os 50 quilómetros de autonomia, em modo exclusivamente elétrico. A vantagem é que também demoram menos tempo a carregar e podem usar o motor convencional quando se esgotar a carga da bateria.

Para maior conforto e rapidez deve adquirir uma wallbox – posto de carregamento doméstico – que garante um carregamento entre 3 a 8 horas, dependendo da potência e da capacidade da bateria do veículo. Tem duas possibilidades:

  • Utilizando a energia do seu o contador de casa
  • Usando uma wallbox operada por Operador de Posto de Carregamento, debitando os custos de energia da sua viatura à sua empresa ou a uma entidade terceira

A PowerYield ajudará na gestão deste processo.

Fora de casa tem ao seu dispor a rede de mais de 460 postos de carregamento MOBI.E em mais de 60 municípios de Portugal Continental e Madeira, dos quais mais de 50 são de carregamento rápido.  Estes números crescem a cada dia, pelo que a existência de locais de carregamento vai ser um dado adquirido a muito curto prazo.

A PowerYield existe para simplificar o acesso a uma nova forma de mobilidade mais inteligente, limpa e descomplicada. Como tal, o nosso propósito é apoiá-lo nessa escolha – contacte-nos.

Deverá ser levado em linha de conta a potência elétrica disponível no local, o tipo de carga que se pretende fazer, o tempo disponível para o fazer, entre outros fatores.